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Temas Livres no 51? CBA
 


1? Tema.
_ ANESTESIA GERAL PARA REALIZA??O DE VIDEOCOLECISTECTOMIA EM PACIENTE DIAB?TICA PORTADORA DE HIPOTIREOIDISMO E MIASTENIA GRAVIS. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui, Armando V Almeida, Andrea M Hirakava* CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco,946;apto 403 ? Monte Castelo 79010 ? 040 Campo Grande, MS_Introdu??o ? A miastenia grave ? uma doen?a auto-imune que leva a destrui??o e conseq?ente redu??o no n?mero de receptores colin?rgicos localizados na placa motora. O tratamento cl?nico consiste no uso de anticolinester?sicos, cortic?ides e imunossupressores. O uso de agentes bloqueadores neuromusculares adespolarizantes deve ser restringido ao m?nimo necess?rio. O paciente do presente caso cl?nico apresenta ainda associado diabete melito, doen?a sist?mica que causa m?ltiplas anormalidades metab?licas devido a hiperglicemia, e hipotireoidismo com todas as repercuss?es sist?micas possivelmente associadas ? m?ltipla defici?ncia de horm?nios tireoidianos . Relato de Caso ? LZ, 77 anos, estado f?sico ASA III, deu entrada em sala operat?ria apresentando PA: 140X90mmHg e FC: 90pm. Monitorizada com ECG, estetosc?pio pr?-cordial, oximetria de pulso, capnografia e PANI. Realizado ven?clise em membro superior esquerdo com cateter de teflon 20G, sendo administrado midazolam 1mg e clonidina 75mg como medica??o pr?-anest?sica. Feito assepsia em regi?o cervical sendo realizado bloqueio de nervo laringeo superior com 100mg de lidoca?na a 2% ap?s localiza??o de osso hi?ide. Pr?-oxigena??o com oxig?nio a 100% por 5 minutos sendo em seguida realizado indu??o anest?sica com propofol 0,7mg/kg e alfentanil 20mg/kg. Realizado intuba??o orotraqueal e iniciado manuten??o da t?cnica anest?sica com dexmedetomidina 0,4mg/kg/h, propofol 2ng/ml, isoflurano 0,5% e atrac?rio 0,15mg/kg. Ap?s 20 minutos do t?rmino do procedimento paciente foi extubada sem qualquer intercorr?ncia .Discuss?o ? O objetivo deste relato caso foi apresentar uma t?cnica anest?sica que tornasse vi?vel a utiliza??o da menor dose poss?vel de agente bloqueador neuromuscular, produzindo importante estabilidade hemodin?mica e o menor stress neuroend?crino associado ao trauma cir?rgico. A realiza??o do bloqueio do nervo lar?ngeo superior possibilitou o uso de baixas doses de agente bloqueador neuromuscular. O uso da dexmedetomidina, um agente com importante seletividade para os receptores a-2 adren?rgicos, foi capaz de conferir importante estabilidade hemodin?mica associado ao m?nimo stress neuroend?crino. Refer?ncias ? Miller RD,Anesthesia,2000;2:1805-1847.

2? Tema
_ CEFAL?IA P?S-RAQUIANESTESIA EM PACIENTE PEDI?TRICO SUBMETIDO ? CORRE??O CIR?RGICA DE H?RNIA INGUINAL BILATERAL. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Jo?o M P Barros*, Luiz A C Ara?jo, Carlos C Ferreira CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco,946;apto 403 ? Monte Castelo 79010 ? 040 Campo Grande, MS_Introdu??o ?.A cefal?ia p?s-raquianestesia em pacientes pedi?tricos encontra-se relacionada ? idade, ao tipo de agulha e as condi??es cl?nicas subjacentes. Estudos presentes na literatura indicam uma incid?ncia que varia de 4 a 17%. O presente caso cl?nico relata a necessidade de realiza??o de tamp?o sangu?neo p?s-tratamento cl?nico conservador ineficaz para controle de cefal?ia p?s-raquianestesia em peciente pedi?trico. Relato de Caso ? Paciente TMTF de 9 anos, estado f?sico ASA I, deu entrada em sala operat?ria para realiza??o de corre??o cir?rgica de h?rnia inguinal bilateral. Monitorizada com ECG em DII, oximetria de pulso, estetosc?pio pr?-cordial e PANI.Realizado ven?clise com cateter de teflon 22G sendo administrado lidoca?na 10mg, propofol 40mg e fentanil 60mg. Colocado paciente em dec?bito lateral esquerdo, realizado assepsia lombo-sacra e feito por fim pun??o raquidiana em espa?o intervertebral L3-L4 com agulha tipo Quincke 27G sem intercorrencias. Administrado bupivaca?na pesada a 0,5% 2,5mg e sufentanil 2,5mg. Mantido paciente sedado com oxig?nio a 100% e isoflurano em ventila??o espont?nea sob m?scara com procedimento cir?rgico tendo transcorrido sem qualquer intercorr?ncia. Decorrido 24 horas do procedimento paciente come?ou a se queixar de cefal?ia postural tendo sido medicada com dipirona de hor?rio, hidrata??o e repouso ao leito sem melhora, evoluindo com n?useas e v?mitos. Solicitado avalia??o do servi?o de anestesiologia que optou por realiza??o de tamp?o sangu?neo com 10ml de sangue aut?logo com resolu??o total da manifesta??o cl?nica. Discuss?o ? A necessidade de realiza??o do tamp?o sangu?neo em pacientes pedi?tricos que apresentam cefal?ia p?s-raquianestesia tem-se mostrado incomum, estando em geral associada a condi??es patol?gicas pr?vias, particularmente patologias oncol?gicas pr?-existentes. No caso cl?nico em quest?o a realiza??o do tamp?o sangu?neo mostrou-se necess?rio tendo se mostrado eficaz no controle da complica??o presente. Refer?ncia ? Gregory GA, Pediatric Anesthesia;2002,12: 267-316.

3? Tema

_CONSCI?NCIA TRANS-OPERAT?RIA DURANTE ANESTESIA GERAL PARA COLECISTECTOMIA. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui, Washington C J Pedroso, Denise G Braff*CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco, 946; apto 403 ? Monte Castelo 79010-040 Campo Grande, MS_Introdu??o ? A presen?a de consci?ncia trans-operat?ria durante anestesia geral pode determinar importante transtorno ps?quico no paciente que a vivencia, podendo tamb?m ser motivo de demandas judiciais contra o anestesiologista respons?vel. O presente caso cl?nico relata situa??o na qual o paciente descreve com precis?o todo o per?odo trans-operat?rio ao qual foi submetido. Relato de Caso ? LCS, 34 anos, estado f?sico ASA I, deu entrada em sala operat?ria para realiza??o de colecistectomia convencional. Paciente foi monitorizado com ECG em deriva??o DII, oximetria de pulso capnografia e PANI. Estabelecido ven?clise com cateter de teflon 18G em membro superior esquerdo sendo administrado midazolam 5mg como medica??o pr?-anest?sica. Realizado pun??o raquidiana ap?s assepsia lombo-sacral em espa?o intervertebral L3-L4 tendo sido administrado morfina 0,1mg e clonidina 150mg visando analgesia p?s-operat?ria. A indu??o da anestesia geral foi realizada com propofol 1,5mg/kg, fentanil 5mg/kg e atrac?rio 0,5mg/kg, sendo a manuten??o da anestesia realizada com oxig?nio a 100% e isoflurano. Durante per?odo trans-operat?rio, estando sendo ofertado 1% de isoflurano, paciente apresentou movimento da cabe?a, tendo sido administrado 5mg de midazolam e aumentado oferta de isoflurano para 1,5% tendo ent?o transcorrido todo o restante do procedimento sem outras intercorr?ncias. Ap?s t?rmino do procedimento paciente foi extubado e conduzido a SRPA. No segundo dia do p?s-operat?rio solicitado parecer do servi?o de anestesiologia devido ao fato do paciente estar apresentando quadro cl?nico caracter?stico de cefal?ia p?s-raquianestesia, momento em que foi colhido todo o relato de lembran?a do per?odo trans-operat?rio por parte do paciente. Discuss?o ? A incid?ncia nos Estados Unidos de lembran?a do per?odo trans-operat?rio durante anestesia geral ? de 0,18% nas situa??es em se utiliza bloqueador neuromuscular e de 0,1% nas situa??es em que n?o se utiliza bloqueador neuromuscular. Fatores que aumentam a incid?ncia de lembran?a no per?odo trans-operat?rio durante anestesia geral s?o: instabilidade hemodin?mica que impe?a o uso de doses adequadas de agentes anest?sicos, durante circula??o extra-corp?rea em cirurgias cardiovasculares e durante anestesia geral para cesareana. O presente relato de caso levanta a import?ncia de estabelecer medidas que visam ? preven??o de tal complica??o, o uso do BIS e a interrup??o do fornecimento de agentes anest?sicos somente ap?s o t?rmino do procedimento, estando o paciente descurarizado, s?o medidas que podem reduzir de forma importante preval?ncia de tal complica??o. Refer?ncia - Sebel PS. Awareness During General Anesthesia. ASA 2003; 16: 171-175.

4? Tema

_CONSCI?NCIA TRANS-OPERAT?RIA DURANTE ANESTESIA GERAL PARA COLECISTECTOMIA. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui, Washington C J Pedroso, Denise G Braff*CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco, 946; apto 403 ? Monte Castelo 79010-040 Campo Grande, MS_Introdu??o ? A presen?a de consci?ncia trans-operat?ria durante anestesia geral pode determinar importante transtorno ps?quico no paciente que a vivencia, podendo tamb?m ser motivo de demandas judiciais contra o anestesiologista respons?vel. O presente caso cl?nico relata situa??o na qual o paciente descreve com precis?o todo o per?odo trans-operat?rio ao qual foi submetido. Relato de Caso ? LCS, 34 anos, estado f?sico ASA I, deu entrada em sala operat?ria para realiza??o de colecistectomia convencional. Paciente foi monitorizado com ECG em deriva??o DII, oximetria de pulso capnografia e PANI. Estabelecido ven?clise com cateter de teflon 18G em membro superior esquerdo sendo administrado midazolam 5mg como medica??o pr?-anest?sica. Realizado pun??o raquidiana ap?s assepsia lombo-sacral em espa?o intervertebral L3-L4 tendo sido administrado morfina 0,1mg e clonidina 150mg visando analgesia p?s-operat?ria. A indu??o da anestesia geral foi realizada com propofol 1,5mg/kg, fentanil 5mg/kg e atrac?rio 0,5mg/kg, sendo a manuten??o da anestesia realizada com oxig?nio a 100% e isoflurano. Durante per?odo trans-operat?rio, estando sendo ofertado 1% de isoflurano, paciente apresentou movimento da cabe?a, tendo sido administrado 5mg de midazolam e aumentado oferta de isoflurano para 1,5% tendo ent?o transcorrido todo o restante do procedimento sem outras intercorr?ncias. Ap?s t?rmino do procedimento paciente foi extubado e conduzido a SRPA. No segundo dia do p?s-operat?rio solicitado parecer do servi?o de anestesiologia devido ao fato do paciente estar apresentando quadro cl?nico caracter?stico de cefal?ia p?s-raquianestesia, momento em que foi colhido todo o relato de lembran?a do per?odo trans-operat?rio por parte do paciente. Discuss?o ? A incid?ncia nos Estados Unidos de lembran?a do per?odo trans-operat?rio durante anestesia geral ? de 0,18% nas situa??es em se utiliza bloqueador neuromuscular e de 0,1% nas situa??es em que n?o se utiliza bloqueador neuromuscular. Fatores que aumentam a incid?ncia de lembran?a no per?odo trans-operat?rio durante anestesia geral s?o: instabilidade hemodin?mica que impe?a o uso de doses adequadas de agentes anest?sicos, durante circula??o extra-corp?rea em cirurgias cardiovasculares e durante anestesia geral para cesareana. O presente relato de caso levanta a import?ncia de estabelecer medidas que visam ? preven??o de tal complica??o, o uso do BIS e a interrup??o do fornecimento de agentes anest?sicos somente ap?s o t?rmino do procedimento, estando o paciente descurarizado, s?o medidas que podem reduzir de forma importante preval?ncia de tal complica??o. Refer?ncia - Sebel PS. Awareness During General Anesthesia. ASA 2003; 16: 171-175.

5? Tema
EFEITOS DA ASSOCIA??O ENTRE MISTURA ENANTIOM?RICA DE BUPIVACA?NA (S75-R25) E CETAMINA S(+) NA ANESTESIA PERIDURALKleber M de Souza, Luiz C Anzoategui, Paulo H S Mariano, Ricardo C Gonz?les*.CET/SBA da Sociedade Beneficente Santa Casa de Campo Grande, Campo Grande, MS Rua Eduardo Santos Pereira, Campo Grande, MSJustificativa e Objetivos - Estudos t?m demonstrado benef?cios no uso da mistura enantiom?rica de bupivaca?na (S75-R25) pelo menor risco de complica??es neurol?gicas e cardiovasculares. A associa??o desta a outras drogas tamb?m tem sido alvo de pesquisas. Neste contexto, anestesia per-operat?ria de qualidade aliada a uma analgesia p?s-operat?ria adequada tem sido uma busca constante. Este trabalho avaliou os efeitos da associa??o entre mistura enantiom?rica de bupivaca?na (S75-R25) e cetamina S(+) em anestesia peridural para cirurgias ortop?dicas dos membros inferiores. M?todo - Foram admitidos no estudo 24 pacientes submetidos a cirurgias ortop?dicas dos membros inferiores, com idades entre 18 e 60 anos, estado f?sico ASA I e II, distribu?dos em dois grupos de 12 pacientes: grupo bupivaca?na (grupo B) e grupo cetamina (grupo C). Realizou-se anestesia peridural com pun??o em espa?o intervertebral L3-L4 com agulha tipo Tuohy calibre 16G, com o paciente em posi??o sentada. Ap?s identifica??o do espa?o peridural, foram administrados 25 ml de mistura enantiom?rica de bupivaca?na (S75-R25) a 0,5%. De acordo com cada grupo, acrescentou-se ? solu??o de anest?sico local 1ml de Cetamina S(+) a 5% sem conservantes ou 1 ml de solu??o fisiol?gica a 0,9%. Ent?o, introduziu-se um cateter 16G no espa?o peridural. Resultados - N?o houve diferen?a estat?stica entre os grupos na an?lise das vari?veis hemodin?micas (freq??ncia card?aca e press?o arterial). O tempo de lat?ncia, em minutos, n?o apresentou resultados com diferen?a estat?stica entre os grupos. Com rela??o ? dura??o da analgesia p?s operat?ria, houve diferen?a estat?stica entre os grupos (teste de Mann-Whitney), com valor de p de 0,02. Quanto ? incid?ncia de efeitos colaterais, avaliou-se a ocorr?ncia de n?useas, v?mitos, agita??o psicomotora, tremores, hipotens?o e bradicardia. N?o houve diferen?a estat?stica entre os grupos. Conclus?o - Pode-se concluir que a associa??o entre mistura enantiom?rica de bupivaca?na (S75-R25) e cetamina S(+) na anestesia peridural proporciona maior analgesia no per?odo p?s-operat?rio, sem alterar as demais caracter?sticas da anestesia peridural realizada somente com a mistura enantiom?rica de bupivaca?na (S75-R25), com bloqueios sensitivo e motor adequados para cirurgias dos membros inferiores e baixa incid?ncia de efeitos colaterais. Refer?ncias - 01.Yamakura T, Sakimura K, Shimoji K. The Stereoselective Effects of Ketamine Isomers on Heteromeric N-Methyl-D-Aspartate Receptor Channels. Anesthesia and Analgesia, 2000; 91: 225-229.

6? Tema

_ ESTUDO COMPARATIVO ENTRE CLONIDINA ASSOCIADA ? MORFINA E SUFENTANIL ASSOCIADO ? MORFINA VIA ESPINHAL COMBINADO ? ANESTESIA GERAL PARA COLECISTECTOMIA CONVENCIONAL._Kleber M de Souza, Washington C J Pedroso, S?rgio A Rodrigues, Denise G Braff* _CET da Santa Casa de Campo Grande_Rua Pernambuco,946;apto 403 ? Monte Castelo 79010 - 040 Campo Grande , MS_Justificativa e Objetivos ? O presente estudo teve como objetivo avaliar comparativamente os 03 grupos selecionados visando o controle da analgesia no per?odo trans-operat?rio, atrav?s da quantifica??o do consumo de isoflurano na manuten??o da anestesia e a analgesia p?s-operat?ria nas primeiras 12 horas do per?odo p?s-operat?rio imediato, atrav?s do uso da escala anal?gica visual (EAV) e do consumo de dipirona durante o per?odo estipulado.A an?lise cl?nica comparativa aferiu a a??o raquidiana do sufentanil e da clonidina, quando estes f?rmacos eram associados ? morfina visando o controle da nocicep??o no per?odo trans e p?s-operat?rio. A introdu??o do grupo placebo neste estudo comparativo possibilitou a valida??o e a avalia??o quantitativa e qualitativa dos meios ant?lgicos t?cnicos e farmacol?gicos utilizados nos dois outros grupos que constitu?ram este estudo. M?todo ? Quarenta e cinco pacientes, divididos em tr?s grupos de 15, foram submetidos a colecistectomia convencional. A pun??o raquidiana foi realizada no espa?o intervertebral L3-L4, administrando-se de forma aleat?ria,morfina 100mg e sufentanil 7,5mg ou clonidina 150μg e morfina 100mg ou 2ml de solu??o fisiol?gica a 0,9%. A indu??o anest?sica foi realizada com propofol(2,5mg/Kg),fentanil(5m/Kg),lidoca?na(1mg/Kg) e atrac?rio(0,5mg/Kg).Avaliou-se no per?odo trans-operat?rio, o consumo de isoflurano e o tempo de extuba??o orotraqueal. Por fim no per?odo de 12 horas do p?s-operat?rio imediato avaliou-se o consumo total de dipirona. Resultados ? Os percentuais de pacientes que utilizaram dipirona foram 40% para o grupo clonidina/morfina e 53% para o grupo sufentanil/morfina, os quais n?o diferem significativamente. O consumo de isoflurano no grupo clonidina foi menor e o tempo de extuba??o m?dio do grupo que se administrou clonidina foi significativamente inferior (medido pelo teste t-Student, p-valor = 0,0002) ao grupo que se administrou sufentanil. Conclus?o ? No presente estudo cl?nico foi poss?vel observar que a associa??o morfina/clonidina junto ao neuro-eixo, por ser uma t?cnica de f?cil execu??o, baixo custo, segura e de elevada efic?cia na promo??o tanto da analgesia per-operat?ria, como da analgesia p?s-operat?ria podendo vir a se tornar uma boa op??o em nosso meio. Refer?ncias ? 01.Eisenach JC, De Kock M, Klimscha W ? Alpha 2 adrenergic agonists for regional anesthesia ? Anestesiology, 1996; 85: 655 ? 674. 02.Alves TCA, Braz JRC, Vianna PTG ? Alfa 2 agonistas em anestesiologia: aspectos cl?nicos e farmacol?gicos . Rev Bra Anestsiol, 2000; 50: 5: 396 ? 404.


7? Tema
_ HIPERTENS?O ARTERIAL PERSISTENTE ASSOCIADO ? INFUS?O CONT?NUA DE BAIXAS DOSES DE DEXMEDETOMIDINA EM ANESTESIA GERAL PARA NEUROCIRURGIA. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui,Walter Duailibi, Luiz G O Souza* CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco,946;apto 403 ? Monte Castelo 79010 ? 040 Campo Grande, MS_Introdu??o ?A dexmedetomidina,um f?rmaco agonista altamente seletivo para os receptores α-2, promove importante estabilidade hemodin?mica,condi??o cl?nica fundamental para o sucesso do tratamento cir?rgico de aneurisma cerebral. Sua elevada seletividade para com os receptores a-2a pode, no entanto determinar aumento importante da press?o arterial e acentuada bradicardia. O objetivo deste relato de caso ? apresentar um quadro de hipertens?o arterial persistente associado ao uso em infus?o cont?nua de baixas doses de dexmedetomidina (0,2mg/kg/h). Relato de Caso ? Encaminhado a sala operat?ria paciente do sexo masculino,ra?a negra,52 anos,80Kg,169cm de altura,estado f?sico ASA III,apresentando PA:175 X 105 mmHg,FC:96 b.p.m.,d?ficit motor ? esquerda secund?rio a acidente vascular cerebral hemorr?gico, encontrava-se consciente e orientado;em uso de captopril e nifedipina.Pr?-medicado com dexmedetomidina 0,5μg/kg em 10 minutos,sendo monitorizado com ECG cont?nuo em DII,oximetria de pulso,capnografia e press?o arterial m?dia invasiva.Na indu??o anest?sica administrou-se propofol 1,5mg/kg,alfentanil 40mcg/kg,lidoca?na 1mg/kg e rocur?nio 0,8mg/kg,mantendo-se a seguir propofol 50mcg/kg/min,alfentanil 1mcg/kg/min,rocur?nio 6mcg/kg/min e dexmedetomidina 0,7mg/kg/h.Paciente ap?s 90 minutos do in?cio da cirurgia apresentava-se com PAM:110 mmHg e FC:62bpm.,tendo sido reduzido a taxa de infus?o de dexmedetomidina de 0,7mg/kg/h para 0,4mg/kg/h e por fim para 0,2mg/kg/h. Introduzido nitroprussiato de s?dio 0,3mg/kg/min e interrompido infus?o de dexmedetomidina com adequa??o da PAM:85mmHg e FC:79bpm ap?s 3 minutos. Ap?s 5 minutos a infus?o de nitroprussiato de s?dio foi interrompida n?o se fazendo mais necess?ria. A dexmedetomidina n?o foi mais re-introduzida durante o procedimento anest?sico. Ao t?rmino do procedimento paciente foi encaminhada a UTI,sem maiores intercorr?ncias. Discuss?o ? A hipertens?o arterial persistente estabeleceu-se muito provavelmente devido a n?veis terap?uticos elevados da dexmedetomidina em rela??o ao paciente em quest?o, apesar das baixas doses praticadas, a grande seletividade da dexmedetomidina junto aos receptores a-2a pode produzir rea??es idiossincr?sicas como a descrita. Refer?ncia ? Bloor BC, Ward DS, Belleville JP et al ? Effects of intravenous dexmedetomidine in human II.Hemodynamic changes. Anesthesiology, 1992;77:1134-1142.

8? Tema
_RAQUIANESTESIA TOTAL AP?S ANESTESIA PERIDURAL TOR?CICA PARA COLOCA??O DE PR?TESE DE MAMA E ABDOMINOPLASTIA. RELATO DE CASOKleber M Souza, Werner A Gemperli, Luiz C Anzoategui, Jo?o M P Barros* CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco, 946; apto 403 ? Monte Castelo 79010-040 Campo Grande, MS_Introdu??o ? A raquianestesia total ocorre ap?s administra??o de dose elevada de anest?sico local no espa?o subaracn?ideo ap?s realiza??o de anestesia peridural com perfura??o inadvertida da dura-m?ter. A instala??o de cateter peridural se por um lado oferece a possibilidade de maior controle da t?cnica anest?sica, pode, no entanto, propiciar um aumento da morbidade associada ao procedimento. O objetivo deste relato de caso ? abordar a possibilidade de perfura??o da dura-m?ter mediante a passagem do cateter peridural. Relato de Caso ? Paciente LCM, 35 anos, estado f?sico ASA I, deu entrada em sala operat?ria para realiza??o de mamoplastia e abdominoplastia. Realizado monitoriza??o com ECG, oximetria de pulso e press?o arterial n?o invasiva. Estabelecido ven?clise com cateter de teflon 18G em membro superior esquerdo sendo em seguida administrado 3mg de midazolam EV como medica??o pr?-anest?sica. Colocado a paciente em posi??o sentada e realizado ap?s assepsia local, pun??o do espa?o peridural com agulha Tuohy 16G entre os segmentos tor?cicos T9-T10. A identifica??o do espa?o peridural foi feita atrav?s do sinal da perda da resist?ncia (sinal de Dogliotti), sendo o procedimento realizado sem qualquer intercorr?ncia. Administrado, durante um per?odo de aproximadamente 10 minutos, 150mg de levobupivaca?na excesso enantiom?rico a 0,5% e 150mg de clonidina perfazendo um volume total de 31 mililitros. Introduzido cateter peridural 18G sem qualquer resist?ncia tendo sido testado sua permeabilidade antes de sua fixa??o. Ap?s 5 minutos do correto posicionamento da paciente em leito cir?rgico houve queda da satura??o tendo a paciente relatado dificuldade respirat?ria, houve a seguir perda da consci?ncia, apn?ia e midr?ase. Iniciado ventila??o controlada sob m?scara com oferta de oxig?nio a 100%, ap?s 60 minutos paciente apresentou retorno do t?nus do m?sculo masseter e ap?s 90 minutos in?cio dos movimentos respirat?rios. Houve retorno completo dos movimentos ventilat?rios ap?s 120 minutos e retorno da consci?ncia ap?s 135 minutos. O procedimento cir?rgico estendeu-se por 5 horas sem que houvesse necessidade de suplementa??o anest?sica adicional. Ao t?rmino da cirurgia retirado cateter peridural sem qualquer intercor?ncia, tendo a paciente recebido alta hospitalar ap?s 48 horas sem queixas cl?nicas. Discuss?o ? N?o encontramos na literatura dados relativos ? preval?ncia entre perfura??o de dura-m?ter e passagem de cateter peridural, o uso do cateter peridural permite a titula??o da dose de anest?sico local administrada, al?m de propiciar adequado controle da dor p?s-operat?ria, todavia sua instala??o encontra-se associada a possibilidade de trauma junto ?s estruturas localizadas no espa?o peridural. Refer?ncia - Miller RD,Anesthesia,2000;2:1805-1847.

9? Tema
_USO DA ASSOCIA??O CLONIDINA, MORFINA E BUPIVACA?NA INTRA-ARTICULAR PARA ANALGESIA P?S-OPERAT?RIA DE TRATAMENTO VIDEOARTROSC?PICO DE GONARTROSE DE JOELHO. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui, Arlindo D Filho, Andr?a M Hirakawa* CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco, 946; apto 403 ? Monte Castelo 79010-040 Campo Grande, MS_Introdu??o ? Estudos recentes sugerem que a analgesia perif?rica pode ser mediada atrav?s receptores opi?ides m e receptores a-2 adren?rgicos. O uso de clonidina e morfina intra-articular, associado ou n?o ao uso de anest?sico local, tem se mostrado eficaz no controle das dores no per?odo p?s-operat?rio. O presente caso cl?nico tem como objetivo relatar a efic?cia da analgesia p?s-operat?ria produzida pela associa??o clonidina, morfina e levobupivaca?na excesso enantiom?rico administrados via intra-articular para controle da dor no per?odo p?s-operat?rio de tratamento videoartrosc?pico de gonartrose de joelho. Relato de Caso ? Paciente KMS, 35 anos, estado f?sico ASA I, deu entrada em sala operat?ria para realiza??o de tratamento videoartrosc?pico de gonartrose de joelho. Realizado monitoriza??o com ECG, oximetria de pulso e press?o arterial n?o invasiva. Estabelecido ven?clise com cateter de teflon 20G em membro superior esquerdo sendo em seguida administrado 3mg de midazolam EV como medica??o pr?-anest?sica. Colocado o paciente em posi??o sentada e realizado ap?s assepsia local, pun??o do espa?o raquidiano com agulha tipo Quincke 27G entre os segmentos lombares L3-L4 sem qualquer intercorr?ncia, sendo administrado 7,5mg de bupivaca?na pesada a 0,5% e 150 mg de clonidina. Ap?s o t?rmino do procedimento cir?rgico foi administrado por via intra-articular 50 mg de levobupivaca?na excesso enantiom?rico, 4mg de morfina e 150mg de clonidina totalizando um volume total de 20ml. O paciente apresentou analgesia intensa (EAV=0) por um per?odo de 24 horas sem apresentar qualquer efeito colateral, tendo em seguida recebido alta hospitalar. Discuss?o ? O presente relato cl?nico sugere a presen?a de mecanismos anti-nociceptivos perifericamente mediados por receptores opi?ides e receptores a-2 adren?rgicos. A forma pela qual os opi?ides exercem perifericamente seu efeito anti-nociceptivo ainda n?o se encontra bem estabelecido, estudos tem sugerido um prov?vel efeito migrat?rio dos receptores opi?ides do sistema nervoso central para periferia, efeito este deflagrado mediante a presen?a de processo inflamat?rio. A clonidina tamb?m exerce feito anti-nociceptivo perif?rico, al?m de promover maior efetividade da analgesia promovida pelos opi?ides junto ao sistema nervoso central, resta saber se tal mecanismo tamb?m encontra-se presente junto as articula??es e demais tecidos perif?ricos. A associa??o da clonidina, morfina e bupivaca?na mostrou-se adequada no controle da dor p?s-operat?ria no caso cl?nico em quest?o. Refer?ncia - Gentili M, Juhel A, Bonnet F. Peripheral analgesic effect of intra-articular clonidine. Pain 1996; 64: 593-596.

10? Tema
_USO DA DEXMEDETOMIDINA EM ANESTESIA GERAL PARA TRATAMENTO CIR?RGICO DE TUMOR HIPOFIS?RIO GIGANTE. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui, Jorge J Hirokawa, Luiz G O Souza* CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco,946;apto 403 ? Monte Castelo 79010 ? 040 Campo Grande, MS_Introdu??o ?O uso da dexmedetomidina,um f?rmaco dotado de importante seletividade agonista α-2, tem demonstrado em recentes estudos efeito neuroprotetor durante anestesia geral, al?m promover importante redu??o do t?nus simp?tico com conseq?ente estabilidade hemodin?mica, seda??o, analgesia e redu??o do consumo total de agentes anest?sicos. Tais condi??es f?rmaco-cl?nicas s?o de fundamental import?ncia para o sucesso do tratamento cir?rgico de tumor cerebral. Este relato de caso tem como objetivo demonstrar os benef?cios cl?nicos do uso da dexmedetomidina na anestesia geral para tratamento cir?rgico de tumor hipofis?rio gigante. Relato de Caso ? Encaminhado ? sala operat?ria paciente do sexo masculino, 41 anos, estado f?sico ASA III, apresentando queixa cl?nica de cefal?ia, d?ficit visual e sensa??o de obstru??o nasal. Encontrava-se consciente, orientado, eupneico, com PA:140X80mmHg e FC 84bpm. A tomografia de cr?nio apresentava tumor hipofis?rio hipofuncionante de grandes dimens?es medindo em seu maior di?metro 51mm. A proposta cir?rgica era a retirada do tumor cerebral atrav?s de duplo acesso: trans-craniano e nasal trans-esfenoidal. Pr?-medicado com dexmedetomidina 0,5μg/kg em 5 minutos,sendo monitorizado com ECG cont?nuo em DII,oximetria de pulso,capnografia e press?o arterial m?dia invasiva.Na indu??o anest?sica administrou-se propofol 1,5mg/kg, alfentanil 30mg/kg, lidoca?na 1mg/kg e rocur?nio 0,8mg/kg,mantendo-se a seguir propofol 50mg/kg/min, alfentanil 1mg/kg/min, rocur?nio 6mg/kg/min e dexmedetomidina 0,7mg/kg/h, sendo reduzida gradualmente sua taxa de infus?o para 0,4mg/kg/h e por fim para 0,2mg/kg/h. Durante laringoscopia visualizou-se importante abaulamento do palato mole levando a dificuldade para intuba??o orotraqueal. Ap?s indu??o anest?sica o procedimento transcorreu sem maiores intercorr?ncias com dura??o total de 570minutos. Ao t?rmino do procedimento paciente foi encaminhada a UTI. Discuss?o ? O uso da dexmedetomidina mostrou-se eficaz como agente coadjuvante na manuten??o de adequado plano anest?sico trans-operat?rio, havendo sens?vel redu??o no consumo total de agentes anest?sicos durante todo o transcorrer do procedimento cir?rgico. Notou-se ainda evolu??o cl?nica favor?vel dos par?metros neurol?gicos e end?crinos do paciente no per?odo p?s-operat?rio, tendo sido extubado ap?s 60 minutos do t?rmino do procedimento. Refer?ncia ? Albin MS,Textbook Of Neuroanesthesia With Neurosurgical And Neuroscience Perspectives,1997,10:347-368,14:501-520.

11? Tema
_ USO DE DEXMEDETOMIDINA PARA SEDA??O EM PACIENTE SUBMETIDO ? BI?PSIA DE TUMOR CEREBRAL. RELATO DE CASO.Kleber M Souza, Luiz C Anzoategui, Werner A Gemperli, Janice M Castro* CET Santa Casa de Campo GrandeRua Pernambuco,946;apto 403 ? Monte Castelo 79010 ? 040 Campo Grande, MS_Introdu??o ?A dexmedetomidina, um f?rmaco agonista de grande seletividade para os receptores a-2, ? capaz de promover seda??o, analgesia e estabilidade hemodin?mica, estando associada ? m?nima depress?o dos par?metros ventilat?rios. A apresenta??o deste relato de caso tem como objetivo demonstrar o uso da dexmedetomidina em procedimentos neurocir?rgicos que permitam realiza??o de seda??o mantendo condi??es cl?nicas condizentes com a manuten??o da neurofisiologia cerebral. Relato de Caso ? Paciente JCL de 51 anos, estado f?sico ASA II, deu entrada em sala operat?ria para realiza??o de bi?psia cerebral via procedimento estereotaxico com presen?a de halo craniano j? fixado. Apresentava-se consciente, orientada, eupneica, sem sinais cl?nicos sugestivos de presen?a de hipertens?o craniana, com PA: 124X82mmHg e FC:72bpm. Monitorizada com ECG, oximetria de pulso, capnografia e PANI. Realizado acesso venoso com cateter de teflon 18G em membro superior esquerdo, sendo em seguida pr?-medicada com dexmedetomidina 0,5mg/kg em 10 minutos. Realizado pr?-oxigena??o sob m?scara por 5 minutos, sendo em seguida administrado propofol 1,5mg/kg EV ap?s o que se passou m?scara lar?ngea n?mero 3 sem intercorr?ncias. A seda??o foi mantida com dexmedetomidina 0,7mg/kg/h por 30 minutos, sendo ent?o reduzido ritmo de infus?o para 0,4mg/kg/h at? o t?rmino do procedimento. Ap?s 10 minutos do t?rmino do procedimento e conseq?ente interrup??o da infus?o da dexmedetomidina, a m?scara lar?ngea foi retirada estando a paciente sonolenta, por?m consciente e orientada. Discuss?o ? A grande dificuldade do procedimento em quest?o ? a manuten??o da pat?ncia das vias a?reas, uma vez que o paciente encontrava-se sedado, com o halo craniano fixado e campos cir?rgicos sobrepostos. Mediante o contexto, o uso da m?scara lar?ngea associado a um grau de seda??o que permita viabilizar seu uso sem comprometer de forma importante os par?metros ventilat?rios, mostrou-se como uma op??o adequada. A dexmedetomidina, um f?rmaco capaz de reduzir o metabolismo cerebral e promover estabilidade hemodin?mica, apresenta um perfil que se enquadra a este prop?sito, mantendo o paciente sedado e com adequa??o dos par?metros respirat?rios, caracter?sticas estas de grande import?ncia para a manuten??o da rela??o oferta e demanda metab?lica do tecido nervoso cerebral. Refer?ncia ? Albin MS,Textbook Of Neuroanesthesia With Neurosurgical And Neuroscience Perspectives,1997,10:347-368,14:501-520.

 
JCP
27/11/2004
 
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